Quando a bruma
Entorpece meus olhos
E as cortinas meneiam
Ao tilintar da brisa
Que emana da efígie
Que tua ausência
Cria pelo acuamento
De alguma coisa
Que possa haver
Dentro de meu coração
Reflito sobre teus lábios
Atrelados aos meus
Que doces seriam
Meus tempos
Em tua companhia
A estreiteza que seu corpo
Alegaria sobre o meu
E toda expressão
De ternura que brotou
Pertencente à minha boca
Pela ciência da tua
E só deste modo
Posso caçoar
De ter ventura
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