Não creio que seja difícil ao coração humano
Deslembrar um grande amor,
Afinal quantas vezes não fui declarado imêmore
Mesmo após juras infindáveis de felicidade,
Declarações apaixonadas de eu ser
E promessas infindas de dedicação e afeição.
Acho que se eu tivesse estudado o amar,
Também seria capaz de esquecer.
Além disso,
Quem governou o brincar de ser poeta,
Me deparar um amor em cada curva
E como eu amei cada curva que achei.
Não quero dizer aqui que jamais amei de verdade,
Menos ainda que não fosse válido
Todo esse meu amor,
Mas eles foram assaz,
Apaixonei-me três ou quatro vezes
Num só dia,
E depois disso eu me namorei de novo.
Então, talvez por isso
Eu nunca tive era de esquecê-los,
Nem de aprendê-los,
Somente de vivê-los e desfrutá-los.
Cada qual com sua essência,
Em suas diferentes nuances de cores,
Em suas mais sutis e delicadas texturas
Especialmente
Em seus abarbarados e sobre pungentes sabores.
Talvez por isso não me doa
E eu até absolva ser esquecido,
Mesmo confiando que você
Não tenha descoberto seu novo amor
Hoje por seu caminho.
Perdôo por que sei
Como pode o amor ser intenso
E como pode ser banalizado
E maiormente perdôo
Por que eu a amo demais.
Nenhum comentário:
Postar um comentário