Não quero por seu dolo
Aprender a coexistir
Com tão bárbara realidade,
Tampouco quero abranger
Sobre todas essas aflições
Que afligem a emoção terrena.
Se soubesse que gostar
Seria tão pesaroso
Teria seleto não fazê-lo,
Sim,
Abdicaria de jazer em amor
Em prol da quietude,
De minha solitude,
Em prol de minha poesia.
Que outrora
Facultava não ser tão majestosa,
Mas se professava,
Sim,
Solícita a forma
A graça,
Embriagada de prazer
Chafurdada em culpa,
Culpabilidade essa
Apaziguadora de meu coração.
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